Alargando as tendas

Como levar a palavra a grupos e indivíduos que estão ao nosso redor


      Nos últimos 50 anos vimos o crescimento de várias cidades brasileiras, cidades que antes eram pequenas se tornaram grandes e populosas, o que levou as pessoas a procurarem grupos de indivíduos nos quais possuíam algo em comum, tanto a nível cultural como econômico, formando tribos e comunidades “alternativas” (como hippies, skatistas, rappers, comunistas, anarquistas, roqueiros, grupos em situações de risco, usuários de drogas lícitas e ilícitas, e vários outros).
      Para nós Evangélicos, que estamos incluídos neste contexto, resta-nos uma problemática, como apresentar o evangelho e abordar essas almas? Cristo no meio dos pescadores utilizava-se de uma linguagem que os mesmos compreendiam, assim também com os agricultores, usando parábolas simples e instrumentos cotidianos daqueles homens. A missão urbana se baseia nisto: levar a palavra a grupos e indivíduos que estão ao nosso redor (as vezes muito próximo), mas com estilo de vida e cultura diferentes das nossas, de uma forma atraente e acessível a eles, sem constrangimentos, preconceitos ou julgamentos, pois o nome de Jesus deve ser anunciado a toda e qualquer criatura.
      Conforme pastor da JOCUM (Jovens com uma missão): “existem missionários que fazem a missão com os pés, com os joelhos e com as mãos. Os pés, são os que levam a palavra do Senhor. Com os joelhos, os que oram para o trabalho missionário e com as mãos, os que contribuem financeiramente para a concretização do trabalho missionário.
      Ore e peça a Deus para que Ele mostre qual o seu chamado dentro do ministério de missões e que o texto descrito em Marcos 16v15 se torne realidade em sua vida, mesmo que o “mundo” sejam os limites de nossa cidade.

Ronney e Alessandra Castanha